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Juiz nega prisão de suspeitos por morte de jovem após Réveillon no RJ

Justiça afirmou que os três não oferecem risco para a sociedade, diz polícia.
Dois deles ficarão presos por porte ilegal de armas.

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dhbf3 (1)A 2ª Vara Criminal de Belford Roxo negou a prisão temporária de três suspeitos pela morte de Tayenne Rodrigues Pereira Abreu, de 22 anos, assassinada nas primeiras horas de 2015, na Baixada Fluminense, quando voltava do Réveillon de Copacabana. Segundo a polícia, o juiz afirmou que os três não oferecem risco para a sociedade.

Dois deles, Carlos Henrique da Silva e Márcio Rocha da Silva, foram presos em flagrante na última sexta-feira (23) pelo crime de porte ilegal de arma e munição e tiveram pedida a prisão temporária de 30 dias por este crime. O nome do terceiro suspeito não foi divulgado.

O delegado Wellington Vieira informou ainda que irá agilizar as investigações para concluir o inquérito e ter a prisão preventiva dos suspeitos decretada.

A jovem, que era estudante de psicologia e trabalhava no Metrô Rio, passou a virada do ano na Praia de Copacabana com amigos e, quando voltava para casa, foi morta com dois tiros na cabeça. O crime aconteceu em um dos acesso a à favela do Castelar. O telefone celular e a bolsa da vítima foram levados pelos criminosos.

Jovem seria raptada, diz delegado
João Valentim Neto, delegado adjunto da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense, disse que a ideia dos criminosos era raptar a jovem com “conotação sexual”.

“Após a subtração dos pertences, o Carlos Henrique tentou colocar ela no veículo e nesse momento ela reagiu. Foi aí que ele realizou os dois disparos. É possível extrair do depoimento deles que a intenção de levar a jovem tinha conotação sexual”, explicou.

Tayenne foi morta com dois tiros na cabeça, perto de casa, num dos acessos da comunidade Castelar. O telefone celular e a bolsa da vítima foram levados pelos criminosos. Os investigadores chegaram aos suspeitos depois de analisar imagens de câmeras de segurança de um estabelecimento comercial nas imediações. Na filmagem, os policiais identificaram o carro, um gol branco, que serviu de transporte na realização do crime.

“O depoimento que mais colabora com a investigação é do Márcio. Ele é o proprietário do veículo e não teve como negar a participação dele no evento, até porque o carro que aparece nas filmagens é dele e na casa dele a gente encontrou os pertences da vítima”, explicou Wellington Vieira, delegado titular da DH.

Wellington preferiu não divulgar a identificação do terceiro participante no crime para não atrapalhar o inquérito. “Possivelmente podemos estar diante de uma quadrilha que assalta pedestres na Baixada Fluminense”, afirmou.

Os suspeitos foram indiciados por latrocínio, quando há roubo seguido de morte.

 

 

Fonte: G1

Itamar participa de encontro com Eduardo Cunha e líderes do PMDB

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Região – Organizado pelo presidente do Diretório Estadual do PMDB, deputado federal Baleia Rossi, aconteceu hoje em São Paulo um encontro com Eduardo Cunha, candidato da sigla à presidência da Câmara Federal que contou com a presença do deputado Itamar Borges.

Estiveram presentes os membros da bancada do PMDB na Assembleia Legislativa de São Paulo e lideranças de outros partidos que apoiam a candidatura de Cunha.

“Com o apoio do nosso líder Michel Temer, confiamos na vitória de Eduardo” disse o deputado Itamar Borges.

Fonte: Regiaonoroeste.com

Cunha: ‘Ninguém vai para o Procon reclamar da minha atuação como presidente’

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SÃO PAULO — Na reta final da eleição para a Presidência da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um dos quatro candidatos ao cargo disse nesta segunda-feira que, se eleito, nenhum parlamentar precisará acionar o Procon para se queixar de sua gestão. Cunha está cumprindo agenda de campanha em São Paulo nesta segunda-feira. Ele participou de uma palestra com dirigentes da Força Sindical ao lado do coordenador de sua campanha, o deputado Paulinho da Força.

— Podem vir todos os partidos de oposição inteiros que a minha posição não vai mudar. Ninguém vai para o Procon reclamar da minha atuação como presidente. Vou fazer aquilo que estou prometendo na campanha — afirmou Cunha.

O deputado fez a declaração quando perguntado se o apoio de partidos da oposição o faria ser um presidente da Câmara oposicionista ao governo Dilma Rousseff. Nesta segunda-feira, ele ainda se encontra com a bancada de deputados federais do PSDB na capital paulista. Antes participa de um almoço com parlamentares de várias siglas.

— Vocês deveriam ter feito esta pergunta quando eu recebi o apoio do Solidariedade e do DEM. O DEM é muito mais oposição no Congresso do que o PSDB — justificou o deputado.

No encontro com os sindicalistas, Cunha foi também indagado por Paulinho da Força se era favorável ao financiamento público de campanha. Defendeu, no entanto, a doação de empresas para campanhas eleitorais.

— Eu discordo da tese de proibir financiamento privado — disse.

O candidato ouviu uma lista de reivindicações do setor referente a projetos de lei parados na Câmara de interesse dos trabalhadores. Ele não se comprometeu com nenhuma pauta mas disse que, numa eventual gestão sua na Presidência, se esforçaria para que entrassem em debate.

Nesta segunda-feira à tarde, Cunha viaja a Curitiba onde tem uma reunião com o governador Beto Richa (PSDB).

Fonte: Jornal Extra

Cunha se reúne com PSDB paulista por apoio em eleição na Câmara

Em dezembro, tucanos declararam apoio a deputado Júlio Delgado (PSB).
Cunha disse que eventual interferência do governo vai gerar ‘sequelas’.eduardocunha620x300

O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), candidato à Presidência da Câmara, vai encontrar parlamentares do PSDB em São Paulo nesta segunda-feira (25) para discutir apoio na eleição da Casa. Antes da reunião com os tucanos, Cunha participou de evento na sede da Força Sindical, também na capital paulista.

O deputado do PMDB é um dos concorrentes na disputa pela presidência da Câmara pelos próximos dois anos. A eleição será neste domingo (1 º). Os outros candidatos que já declararam que vão concorrer são Arlindo Chinaglia (PT-SP), Júlio Delgado (PSB-MG) e Chico Alencar (PSOL-RJ).

“Daqui até domingo será muita conversa, muita tentativa de convencimento. Já fui na sede e conversei com a bancada do PSDB aqui em São Paulo. Estou disposto a conversar com quem quer que seja”, disse Cunha.

Em dezembro, o PSDB já havia declarado apoio a Delgado. No entanto, na última semana,  o presidente do Solidariedade, deputado Paulo Pereira da Silva, enviou nota em que apela para que o senador Aécio Neves, presidente do PSDB, passe a apoiar a candidatura de Eduardo Cunha.

O Solidariedade, que já apóia Cunha, argumenta que, se não chegar ao segundo turno, Delgado pode ficar ao lado da candidatura governista de Chinaglia. O deputado do PSB, no entanto, disse que ainda não definiu quem apoiará se não estiver em um eventual segundo turno.

No evento na Força Sindical, Cunha afirmou que não considera que o contato com o PSDB seja um indicativo de que sua gestão à frente da Câmara seria “de oposição”. Ele voltou a afirmar, como tem feito desde que se lançou candidato, que não fará um mandato nem oposição nem “de submissão”.

‘Sequelas’
O deputado voltou a mencionar que tem recebido denúncias de colegas de que o governo tem articulado no Congresso em favor da candidatura de Chinaglia. Para Cunha, a eventual interferência do Palácio do Planalto na eleição da Câmara é um “equívoco” vai gerar “sequelas”.

“Certamente será um erro que vai ter sequelas futuras, porque o PMDB faz parte da base do governo”, afirmou.

Durante a palestra na Força Sindical, Eduardo Cunha ouviu manifestações de sindicalistas de vários setores. Ele ficou ao lado do presidente da entidade, Miguel Torres, e do deputado federal Paulinho, do Solidariedade e ex-presidente da Força.

Cunha afirmou que, como presidente da Câmara, estará aberto às demandas dos sindicalistas e lembrou que, para várias delas, eles terão que conversar com todos os partidos para que elas efetivamente sejam votadas.

Caso seja eleito, Cunha afirmou que a vai levar à votação na Câmara a reforma política. A intenção do deputado é concluir a reforma até setembro deste ano, para que as medidas tenham validade para as eleições de 2016. Ao comentar a reforma política, ele afirmou que é favorável ao financiamento privado de campanhas.

Fonte: G1

Eduardo Cunha será o próximo presidente da Câmara, diz Paulinho da Força

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Em discurso de recepção ao candidato do PMDB à presidência da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP) mostrou confiança na eleição do aliado. Paulinho da Força falou da tentativa de atração dos partidos de oposição à candidatura de Cunha, oficialmente da base do governo, para dar ao deputado do Rio “a maior votação que a Câmara já deu”. “Estamos falando aqui com o próximo presidente da Câmara, o Eduardo não tem como perder a eleição”, disse Paulinho, na sede da Força Sindical em São Paulo, nesta segunda-feira, 26.

Paulinho disse que, caso prospere a tentativa de acordo com o bloco de oposição, os partidos aliados à candidatura de Cunha terão condições de eleger a maioria da Mesa Diretora da Câmara, além das presidências das comissões.

“A gente pode eleger quase toda a Mesa da Câmara. Podemos indicar a grande maioria das comissões e levar o PT à representatividade que o PT teve nas urnas. Eles têm que mandar em 13% da Câmara”, disse Paulinho.

O bloco citado por Paulinho da Força é formado por PSDB, PPS, PV e PSB, partidos que apoiam atualmente a candidatura de Júlio Delgado (PSB-MG). Ao fim do evento na Força Sindical, Eduardo Cunha tem encontro com deputados do PSDB paulista.

Fonte: O Povo Online

Eduardo Cunha: ‘Não posso cometer estelionato eleitoral’

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BRASÍLIA – Em entrevista ao GLOBO os quatro candidatos a presidente da Câmara defendem independência em relação ao Executivo e a atuação do Conselho de Ética. Confira a íntegra da entrevista com o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

O GLOBO: Nos últimos anos, parlamentares conseguiram se livrar de processos no Conselho de Ética ao adotar uma série de manobras protelatórias. O senhor pretende criar alguma medida para impedir que deputados se livrem de cassação por manobras no processo?

EDUARDO CUNHA: Qualquer instrumento que você possa dizer que seja manobra, são instrumentos previstos no regimento. Então, consequentemente, qualquer tipo de alteração não é do Conselho de Ética e sim regimental. Se o Conselho de Ética sentir que tem espaço ou necessidade de mudanças regimentais, ele tem que propor ao plenário. Ao presidente, só cabe pautar se for proposto.

O GLOBO: A Procuradoria-Geral da República deve apresentar nos próximos meses pedidos de inquérito e denúncias contra vários deputados no caso Petrolão. Qual o senhor acredita que deve ser a atitude da Câmara em relação a eles? Devem ser abertos processos de quebra de decoro em qual hipótese? Na abertura do inquérito, na aceitação da denúncia ou só na condenação?

CUNHA: Graças a Deus a gente tem uma Constituição e um regimento com previsão para tudo. Não cabe ao presidente da Câmara tomar atitude. O Conselho de Ética é motivado por uma representação partidária, não há o que o presidente possa fazer, tem que cumprir o regimento. Tem que haver representação partidária para iniciar o processo.

O GLOBO: Todos os candidatos à presidência prometem independência do Legislativo em relação ao Executivo. No entanto, o que se viu nos últimos anos é que, após atender pleitos dos presidentes das Casas, o governo sempre consegue impor sua vontade na tramitação dos projetos. Como acreditar que o senhor não se portará dessa forma?

CUNHA: As minhas ações e do PMDB na Câmara já mostram essa independência. Nós temos três candidatos. Um já foi presidente da Casa, já foi submisso ao governo, já tem a história dele para contar. Ele representa exatamente aquilo que a gente não quer que tenha. Quando ele exerceu, a Casa ficou refém dessa subserviência dele. Ele representa exatamente o partido que tem a hegemonia do Poder Executivo e quer também manter no Legislativo. O outro candidato está no campo das oposições, ele representa a posição de combate na Casa.

O GLOBO: Os salários dos parlamentares acabam de ser elevados para R$ 33,8 mil — a isso se somam auxílio-moradia e pagamento de diversos gastos, como transporte e telefonia. Isso não os coloca numa casta muito distante da vida do eleitor comum?

CUNHA: Defendo a equiparação dos salários dos deputados com o dos ministros do Supremo. O salário é para a sobrevivência pessoal e as cotas são para o exercício do mandato. Você não vai querer que os deputados paguem suas passagens para ir trabalhar em Brasília com o salário deles. Eles tem que ter suas despesas, isso é inevitável. Aqui que for razoável e discutido pode sempre ser debatido e será implementado. Correção de custos, inflacionária, acho natural que se faça. Mas aumento nominal não faz parte do nosso programa. Não vou fazer uma campanha sindicalista, do tipo “votem em mim que depois dou um aumento, mas tudo o que for justo e razoável para as demandas parlamentares vamos debater”.

O GLOBO: O salário do funcionalismo no Legislativo é sensivelmente maior que o do Executivo e fora dos padrões da cidadão comum. Um servidor de nível básico tem salário inicial de R$ 8.000; um de nível médio, R$ 11,5 mil; e o de nível superior, R$ 17,7 mil. Quase 20% do quadro recebe o teto do funcionalismo. Ainda assim, são frequentes as demandas por reajustes. Como o senhor pretende lidar com esses pedidos de reajuste?

CUNHA: As maiores demandas se dão por parte dos deputados estaduais que são eleitos e chegam aqui e as estruturas nos seus estados são muito maiores, todos vêm perdendo, eu sei porque já fui estadual. Mas depois que se habituam a Brasília, acabam se adequando ao tamanho que tem em Brasília. Mas não há nenhuma proposição nesse sentido. O que precisamos fazer é corrigir os custos que existem, mas sem precisar aumentar gastos.

O GLOBO: Como o senhor vai se posicionar em relação às medidas impopulares que vem sendo tomadas pela presidente na economia? Qual deve ser o tratamento desses projetos e medidas provisórias?

CUNHA: Prefiro não falar, porque não vou me posicionar como líder do PMDB sem ouvir a bancada. E como presidente da Câmara, não cabe entrar no mérito da matéria. Apenas colocar que as matérias que o governo colocar necessárias para garantir a governabilidade serão pautadas por mim e nada farei para impedir que sejam votadas se a maioria da Casa assim entender.

O GLOBO: Nos últimos meses houve algumas acusações de que a campanha da presidente poderia ter sido beneficiada com recursos do Petrolão. Como o senhor se portará caso surja uma tentativa de responsabilização direta da presidente ou de sua chapa?

CUNHA: Sou totalmente contrário. Qualquer coisa dessa natureza terá minha sumária rejeição, até porque mesmo que tivesse qualquer tipo de discussão acerca de participação, teria sido no mandato anterior. Estamos no novo mandato dela, então ela não teria praticado nada no exercício desse mandato. Então não vejo nem politicamente nem juridicamente condições para ter qualquer tipo de responsabilização dela.

O GLOBO: Há relatos de interferência do governo na disputa pela Presidência da Câmara para favorecer uma candidatura. Como essa interferência pode afetar a relação com o Palácio do Planalto?

CUNHA: O que me proponho na campanha vou cumprir no exercício do meu mandato de presidente seja qual for a interferência que possa ter tido do governo. Não posso cometer estelionato eleitoral. Prometi que não serei de oposição, que a governabilidade estaria garantida e que eu não seria submisso. Essas premissas vou cumprir em qualquer circunstância. Tenho fama de cumprir minhas promessas. Agora, é óbvio que a interferência do Poder Executivo não é boa, certamente isso vai provocar muito mais sequelas partidárias que a mudança do meu comportamento como presidente da Câmara.

Fonte: O Globo

Em visita à capital, Eduardo Cunha prega independência em relação ao Executivo.

Candidato do PMDB a presidente da Câmara criticou adversários e cantou vitória em primeiro turno.

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O candidato à Presidência da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tornou-se ontem cidadão honorário de Belo Horizonte. A oito dias das eleições, a homenagem, na Câmara Municipal de BH, virou palanque para o deputado federal, que pregou a independência do Poder Legislativo e metralhou para todos os lados. Sem modéstia, Cunha, que também é líder da bancada do PMDB, afirmou que sairá vencedor da disputa em primeiro turno e ainda criticou dois dos seus adversários. Chamou Arlindo Chinaglia (PT-SP) de submisso ao governo federal e disse que Júlio Delgado (PSB-MG) representa “um terceiro turno que não queremos fazer dentro do plenário da Câmara dos Deputados”.

“Acredito que a eleição será decidida em primeiro turno e que serei vitorioso”, afirmou. Apesar de já ter feito críticas diretas à interferência do Executivo no processo eleitoral, segundo o deputado federal, sua candidatura não será de oposição. “Não seremos uma presidência de oposição, mas não seremos também submissos ao governo”, disse. Segundo Cunha, sua postura será de independência. “A Casa não quer a hegemonia do partido do Poder Executivo no Legislativo. Não pode acontecer a interferência do Poder Executivo na eleição do Legislativo”, disse.

Aliados no Executivo, PT e PMDB têm trocado farpas na Câmara dos Deputados. Ontem, Eduardo Cunha voltou a atacar diretamente Chinaglia, candidato do PT. “O meu oponente do PT já foi presidente da Casa, já se comportou como submisso. O PT é submisso ao governo em todas as circunstâncias”, afirmou. Mas o deputado não poupou Júlio Delgado, apoiado pelo PSDB: “A outra candidatura representa uma oposição, justamente o terceiro turno eleitoral que não queremos fazer dentro do plenário da Câmara dos Deputados”.

A homenagem ao deputado federal foi capitaneada pelo vereador Marcelo Aro (PHS), eleito deputado federal em outubro. Durante a solenidade, o PHS anunciou oficialmente apoio a Cunha, que aproveitou a vinda à capital mineira para consolidar conversas com deputados da bancada mineira. Segundo Aro, em jantar oferecido a Cunha em sua casa, na quinta-feira, estavam presentes de 20 a 30 deputados federais. “Houve uma adesão muito boa, inclusive com a presença do vice-governador Toninho Andrade (PMDB)”, afirmou.

O líder do PMDB está confiante na vitória e convicto de que terá apoio dos 66 deputados do partido nas eleições em 1º de fevereiro, que têm votação secreta. Também contabiliza os votos de deputados do Solidariedade, PSC, PTB, PRB, DEM e PHS. Segundo Eduardo Cunha, estão em Minas seus apoiadores mais “ardorosos”. Pelas contas do deputado federal Leonardo Quintão (PMDB-MG), o colega de partido terá o apoio da maioria dos 53 mineiros na Câmara, inclusive daqueles que anunciaram voto em outros candidatos. “De Minas, sairão entre 30 e 35 votos”, afirmou Quintão, que apontou que a disputa no Congresso não interferiu na relação entre PT e PMDB em Minas.

Psol na disputa

O deputado federal Chico Alencar (Psol-RJ) vai disputar a Presidência da Câmara dos Deputados no próximo dia 1º. De acordo com nota divulgada ontem pelo partido, a candidatura de Alencar é definida como “o resgate de ética na política, certeza de administração honesta e defesa de uma pauta legislativa a favor dos trabalhadores e do povo”. O Psol elegeu quatro deputados nas eleições de outubro.

 

 

Fonte:  em.com.br

Cunha diz que PT e governo estão constrangendo deputados.

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Ao Blog, o candidato do PMDB à presidência da Câmara, deputado Eduardo Cunha (RJ), atacou a ação do governo e do PT na disputa interna pela presidência da Casa. “Eles não estão construindo uma candidatura. Eles estão constrangendo os deputados da base aliada”, disse Cunha.

Ele contestou as declarações do ministro da Defesa, Jaques Wagner, que em entrevista ao Jornal das Dez revelou que o peemedebista recusou um acordo com o PT.

Cunha disse que “não poderia propor qualquer tipo de acordo” ao PT pelo revezamento da presidência da Casa entre os dois partidos pois não teria como manter um compromisso. “Não posso propor um acordo que não depende de mim, mas sim de toda Casa”, argumentou Cunha.

“Cada um tem que costurar sua candidatura. Como posso fazer um acordo nesse sentido sem o PT construir um nome? O que eu poderia garantir é que o PMDB não apresentaria um candidato. Mas não posso me comprometer com o futuro”, reforçou Eduardo Cunha.

Fonte: Medicacon News

Eduardo Cunha ganha apoio da maioria da bancada mineira na Câmara

O vereador Wellington Magalhães recebe na Câmara Municipal o deputado Eduardo Cunha.
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Confiante da vitória na disputa pela presidência da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) deve contar com apoio de 35 dos 53 parlamentares da bancada mineira. É o que estimou o deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG), na última sexta-feira (23), na Câmara Municipal de Belo Horizonte, onde Cunha foi homenageado.
“Serei vitorioso no primeiro turno, sei disso pelo tempo de campanha, pelas conversas com os colegas e pela receptividade nos estados. Não gosto de falar pelos outros, mas, em Minas, sei que a maioria está conosco”, confirmou Cunha.
Depois de passar por todos os estados brasileiros e pelo Distrito Federal fazendo campanha, Cunha voltou a Minas Gerais para receber o título de cidadão honorário de Belo Horizonte, conferido pelo deputado federal Marcelo Aro (PHS-MG) e pelo presidente da Câmara Municipal, Wellington Magalhães (PTN).
A oito dias da eleição, o líder do PMDB disse que, além do apoio unânime de seu partido, conta com votos do PSC, PTB, PRB, DEM, SDD e outros pequenos, entre eles o PHS.
Ao fim da solenidade na Câmara, Wellington recebeu uma carta do governador Fernando Pimentel (PT) justificando a ausência devido a sua agenda, mas disse que a homenagem foi merecida porque “Eduardo Cunha é um notável homem público e merece”.
Sobre a relação que pretende manter com o governo federal, se for eleito presidente da Câmara, Eduardo afirmou que o papel de submissão ao Executivo caberá ao seu oponente, Arlindo Chinaglia (PT-SP). “Não seremos de oposição, vamos garantir a governabilidade, mas jamais seremos submissos”, disse.
Na última sexta-feira (23), Cunha voltou à carga no Twitter, rebatendo as críticas de Chinaglia à atuação do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), na campanha do peemedebista. Cunha disse que era “absurda”, “desrespeitosa” e “grosseira” a citação de Chinaglia.
“Tenho certeza que, assim como eu, Michel deve estar arrependido de um dia ter ajudado esse cidadão a ser presidente da Câmara”, escreveu Cunha, referindo-se à primeira eleição de Chinaglia para a presidência da Casa. O petista comandou a Câmara entre 2007 e 2009.
Na quinta-feira, Chinaglia respondeu às críticas do adversário, que vem reclamando da interferência de membros do governo na disputa. “Você acha normal um vice-presidente da República apoiar uma candidatura?”, indagou.
No comentário, Cunha insistiu que Temer fez apenas uma “manifestação partidária”, diferentemente dos ministros “que tentam forçar a votação”.
Cunha disse que vai se encontrar com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, na terça-feira, para tratar do envolvimento do seu nome nas investigações da Operação “Lava Jato” que considera uma “farsa”.
Fonte: Blog Cabresto

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